Na pandemia, como em todos os momentos, os profissionais da Odontologia exercem a sua missão

Não foi preciso muito tempo para que o novo coronavírus se espalhasse pelo planeta. Em questão de semanas, a doença que emergiu na cidade chinesa de Wuhan tomou conta de centenas de países e territórios, forçou a humanidade a se enclausurar e gerou angústias e incertezas. Mas, com o avanço da doença, profissionais de saúde em unidades de saúde públicas e privados de todo o país, se viram diante do maior desafio de suas vidas: atuar na linha de frente de combate a um vírus que se dissemina com celeridade, mas que ainda não apresenta, cientificamente, uma cura comprovada.

Milhares de profissionais da Odontologia do Distrito Federal figuram entre esses numerosos e corajosos indivíduos que deixam suas famílias em casa e diariamente encaram o medo de contrair o coronavírus.  O medo não é exatamente de ser infectado, mas de que a contaminação possa representar risco às pessoas queridas. Em outras palavras, a rotina de inúmeras pessoas foi completamente alterada.  As equipes que cuidam da saúde bucal de milhares de brasilienses começaram a redobrar os cuidados com a biossegurança e a usar uma paramentação somente vista em filmes de guerra ou de ficção científica. Mas todo esse esforço não foi em vão. Era necessário preservar a saúde, o sorriso e a qualidade de vida das pessoas.

A Covid-19 logo será vencida e o mundo pós-pandemia será bem diferente. Os cuidados com a saúde bucal continuarão sendo essenciais para garantir a saúde geral de qualquer ser humano, mas essa infausta doença deixará um legado nas clínicas e nos consultórios odontológicos: profissionais ainda mais competentes, engajados e determinados a cuidar do sorriso, gesto que renova as energias, acalma o coração e alivia o fardo de qualquer dor.